PRÁTICAS DE ENSINO DOS PROFESSORES DA EDUCAÇÃO INFANTIL ALIADAS ÀS CONTRIBUIÇÕES DA NEUROCIÊNCIA

Autores

  • Miria Raquel da Silva Soares
  • Fabiane Ferreira da Silva

Palavras-chave:

Práticas pedagógicas, Educação infantil, Neurociência, Pesquisa bibliográfica

Resumo

Muitas ideias surgiram no campo da educação nas últimas décadas, dentre elas a necessidade de renovar as práticas pedagógicas dos professores da educação infantil. Conhecer como a aprendizagem acontece torna-se fundamental para que o professor possa construir novas metodologias de ensino. A neurociência tem muito a contribuir com os estudos sobre o funcionamento do cérebro infantil. Sendo assim, empreendemos uma pesquisa bibliográfica a fim de analisar a produção científica sobre as práticas pedagógicas de professores na Educação Infantil sustentas nas contribuições da neurociência, produzidos nos últimos seis anos (2014 a 2019) e veiculados no Portal de Periódicos da CAPES e no Google Acadêmico. Como resultado, podemos perceber que as contribuições da neurociência para o desenvolvimento das práticas pedagógicas dos professores da educação infantil são de grande relevância, pois, orientam o professor na hora do seu planejamento e execução de suas aulas, possibilitando encontrar diferentes caminhos para desenvolver a aprendizagem dos alunos. Acredita-se que estes trabalhos contribuem para a criação de propostas de ensino ancoradas nos conhecimentos da neurociência a serem devolvidas pelos professores, tendo em vista o desenvolvimento e aprendizagem dos alunos.

Referências

ALMEIDA, P. N. de. Educação lúdica. São Paulo: Loyola, 1994.

ALVES, F. Psicomotricidade: corpo, ação e emoção. 4. ed. Rio de Janeiro: Wak, 2008.

BARBOSA, M. C. S. Práticas Cotidianas na Educação Infantil-bases para a reflexão sobre as orientações curriculares. Brasília: Ministério da Educação e cultura, 2009. Disponível em: http://portal.mec.gov.br/dmdocuments/relat_seb_praticas_cotidianas.pdf. Acesso em: 3 mar. 2020.

BRASIL. Referencial curricular nacional para a educação infantil. Brasília: MEC/SEF, 1998. Disponível em: http://portal.mec.gov.br/seb/arquivos/pdf/rcnei_vol1.pdf. Acesso em: 18 fev. 2020.

BRASIL. Ministério de Educação e Cultura. Secretaria de Educação Especial. Diretrizes Educacionais sobre Estimulação Precoce: O portador de necessidades educacionais especiais. Brasília. 1995. Disponível em: http://www.dominiopublico.gov.br/download/texto/me002557.pdf. Acesso em: 24 fev. 2020.

COSENZA, R.; GUERRA, L. Neurociência e Educação: Como o cérebro aprende. Porto Alegre: Artmed, 2011.

FONSECA, V da. Importância das emoções na aprendizagem: uma abordagem neuropsicopedagógica. Rev. psicopedag. v. 33, n. 102, p. 365-384, 2016. Disponível em: http://pepsic.bvsalud.org/pdf/psicoped/v33n102/14.pdf. Acesso em: 15 fev. 2020.

GENTILE, P. Lembre-se: sem memória não há aprendizagem. Nova Escola, ed. 163, p. 42-47, jun./jul. 2003.

GIL, A. C. Como elaborar projetos de pesquisa. 4. ed. São Paulo: Editora Atlas, 2002.

KISHIMOTO, T. M. Jogo, brinquedo, brincadeira e a educação. São Paulo: Cortez, 1997.

MOREIRA, M. A. O que é afinal aprendizagem significativa? Espanha: Qurriculum, La Laguna, 2012.

NEGRINE, A. Aprendizagem e desenvolvimento infantil. Porto Alegre: Propil, 1994.

RELVAS, M. P. Neurociência na prática pedagógica. Rio de Janeiro: Wark editora, 2012.

SÁNCHEZ, P. A. MARTÍNEZ, M. R. PEÑALVER, I. V. A psicomotricidade na educação infantil: uma prática preventiva e educativa. Porto Alegre:

Downloads

Publicado

2026-10-10

Como Citar

Soares, M. R. da S., & Silva, F. F. da. (2026). PRÁTICAS DE ENSINO DOS PROFESSORES DA EDUCAÇÃO INFANTIL ALIADAS ÀS CONTRIBUIÇÕES DA NEUROCIÊNCIA. Revista Eletrônica Saberes Múltiplos, 11, p. 20–33. Recuperado de https://revistas.unig.br/index.php/resm/article/view/257

Edição

Seção

Artigos