AVALIAÇÃO MICROBIOLÓGICA E FÍSICO-QUÍMICADE POÇOS E NASCENTES DO MUNICIPIO DE SÃO JOSÉ DE UBÁ, RJ

Autores

  • Fillipe de Oliveira Vieira

Palavras-chave:

Água, Poços, Escherichia coli, Potabilidade, Microorganismos

Resumo

No município de São José de Ubá, localizado na região noroeste do estado do Rio de Janeiro é comum a utilização de água de poços e nascentes como fontes de água. Para ser considerada potável ao consumo humano, a água deve obedecer aos padrões estabelecidos pelo o Ministério da Saúde. A incidência de contaminação patógenos deve ser zero para que essa fonte seja considerada potável. A Escherichia coli é um microorganismo mais estudado em estudos de potabilidade por apresentar alto índice contaminante e ser causador de várias doenças, dosar coliformes totais e coliformes termo toloterantes é a melhor forma de controle microbiológico de fontes aquáticas para consumo humano. Esse trabalho objetivou realizar uma analise microbiológica e de potabilidade de poços e nascentes mais utilizadas pelo o município, através do método com o meio de cultura COLItest® (LKP diagnósticos) para pesquisa de coliformes totais e para bactérias heterotróficas o kit Aqualcult (LABORCLIN). Foram elevarão a qualidade dessas águas, reduzindo o risco de contaminação por agentes patogênicos. Realizados também testes físico-químicos que são importantes indicadores de potabilidade. Os resultados demonstraram que 85,71% das amostras apresentaram contaminação por Escherichia coli, o que torna essas fontes inapropriadas para o consumo humano. Dos resultados dos testes físico-químicos, alguns se mostraram acima do valor permitido. Portanto conclui-se que essas fontes de água estão impróprias para consumo humano pelo o fato de contaminação microbiológica, sendo necessário métodos de proteção e descontaminação de poços e nascentes.

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Publicado

2026-10-12

Como Citar

Vieira, F. de O. (2026). AVALIAÇÃO MICROBIOLÓGICA E FÍSICO-QUÍMICADE POÇOS E NASCENTES DO MUNICIPIO DE SÃO JOSÉ DE UBÁ, RJ. Revista Eletrônica Saberes Múltiplos, 12, p. 29–41. Recuperado de https://revistas.unig.br/index.php/resm/article/view/298

Edição

Seção

Artigos