A IMPORTÂNCIA DA EDUCAÇÃO ALIMENTAR

COMO FORMA DE PREVENÇÃO A DOENÇAS RELACIONADAS A QUALIDADE DE VIDA DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES

Autores

  • Camilla Ramos de Araújo

Palavras-chave:

Educação, Prevenção, Obesidade, Escolares

Resumo

Devido a crescente importância de um acompanhamento nutricional eficiente, principalmente no início do desenvolvimento do ser humano, e os altos índices de pessoas acima do peso ideal, o presente trabalho trata acerca do papel da escola na prevenção da obesidade e outras doenças metabólicas em crianças e adolescentes. Com a utilização, cada vez maior, dos alimentos industrializados e a falta de programas de incentivo ao consumo de nutrientes naturais e a prática de atividades físicas, vemos uma geração cada vez mais sedentária, sem preocupação com a saúde. Resultando no aumento do número de crianças e adolescentes obesos, diabéticos e hipertensos. Sabendo que o papel principal da educação é a promoção de mudanças de hábitos e comportamento, a escola possui um grande potencial para a mudança desse quadro. Foi realizada uma revisão de bibliografia, buscando métodos de abordagem do assunto no espaço escolar e dados que fundamentassem a importância da educação na formação de indivíduos com hábitos saudáveis. Foi encontrado publicações que demonstram a relevância do tema em questão, considerando os males causados pela influência negativa da mídia e dados que comprovam o aumento dos índices de obesidade entre escolares e as suas consequências quando adquirida ainda na infância.

Referências

RAMOS, Flávia Pascoal; SANTOS, Lígia Amparo da Silva; REIS, Amália Borba Costa. Educação Alimentar e Nutricional em escolares: Uma Revisão de Literatura. Scielo Public Health. Cad. Saúde Pública [online]. N.11,vol. 29. 2013.

IBGE - Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Estatística: POF 2008-2009: desnutrição cai e peso das crianças brasileiras ultrapassa padrão internacional. Disponível em: http://obesidadenobrasil.com.br/estatisticas/. Acesso em: 24 abr.2016.

Danelon, M. A. S; Danelon, M. S; Silva, M. V. Serviços de alimentação destinados ao público escolar: análise da convivência do programa de alimentação escolar e das cantinas. Rav. Segurança alimentar e nutricional campinas. V 13, n° 1, p. 85- 94. 2006.

Monteiro, P.H.N, Costa, R.B.L. Alimentação saudável e escolas: possibilidades e incoerências. In:Qualidade de vida- Boletim do instituto de saúde. P. 22. N° 32, Abril 2004. Disponível no site: < www.isaude.sp.gov.br> Acesso em : 02/08/2016.

Vargas ICS, Sichieri R, Sandre-Pereira G, Veiga GV. Avaliação de programa de prevenção de obesidade em adolescentes de escolas públicas. Rev Saúde Pública 2011; 45:59-68.

Lima ES. Mal de fome e não de raça: gênese, constituição e ação política da educação alimentar, 1934-1946. Rio de Janeiro: Fiocruz; 2000.

Lima ES, Oliveira CS, Gomes MCR. Educação nutricional: da ignorância alimentar à representação social na pós-graduação do Rio de Janeiro, 1980-1998. Hist Ciênc Saúde Manguinhos. 2003; 10(2):604-35.

CONSEA. Alimentação e educação nutricional nas escolas e creches. In. CONFERÊNCIA NACIONAL DE SEGURANÇA ALIMENTAR, 2 ed, 2004, Olinda. Relatório final. Olinda, 2004. Disponível em:www.fomezero.gov.br/conferencia Acesso em:02/08/2016.

Secretaria Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional, Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome. Marco de referência de educação alimentar e nutricional para as políticas públIcas Brasília: Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome; 2012.

São Paulo faz campanha para educação alimentar em escola estadual.São Paulo:Folha de são Paulo, dez de 2012. Disponível em: acesso em: 21/10/2016.

Alunos de Bauru cultivam legumes e verduras que vão para a merenda. Disponível em:acesso em:23/10/2016.

Projeto "a escola promovendo hábitos alimentares saudáveis": comparação de duas estratégias de educação nutricional no Distrito Federal, Brasil. Disponível em:www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttex&pid=s1415-52732010000100005>acesso em: 30/10/2016.

CAZZAROLI, Aline Raquel. Publicidade Infantil: o estímulo ao consumo excessivo de alimentos. In: Âmbito Jurídico, Rio Grande, XIV, n. 92, set 2011. Disponível em: http://www.ambitojuridico.com.br> Acesso em 01/11/2016.

Radaelli, Esther e Mendonça,Maíra.Publicidade de alimentos e obesidade infantil: Uma ligação nem sempre visível.Propaganut,novembro,2013. Disponível em:http://propaganut.wordpress.com/2013/11/05/publicidade-de-alimentos-e-obesidade-infantil-uma-ligacao-nem-sempre-visivel/acesso em 01/11/2016.

MENDONÇA, Regiane Teixeira; Nutrição. 1. ed., São Paulo: Manole, p. 448,2010.

MARCONDES, Eduardo de, et.al. Pediatria básica: pediatria Clínica Geral, tomo II-9 ed. São Paulo: SARVIER; 2003.

SAHOTA, P., RUDOLF, M. C. J., DIXEY, R. HILL, A. J., BARTH, J. H., CADE, J.Evaluation of implementation and effect of primary school based intervention to reduce risk factors for obesity. British Medical Journal, Londres, v. 323, p. 1-4, 2001.

BONATO, J. A. S.; PARRA, J. A. Q. Nutricionistas utilizam recursos do teatro de fantoches para transmitir educação nutricional para público infantil. Revista Nutrição,Saúde e Performance, São Paulo, n. 12, p. 24-25, ago./set., 2001.

Rinaldi AEM, Pereira AF, Macedo CS, Mota, JF, Burini RC. Contribuições das práticas alimentares e inatividade física para o excesso de peso infantil. Revista Paulista de Pediatria 2008;26(3):271-77.

Downloads

Publicado

2026-10-13

Como Citar

Araújo, C. R. de. (2026). A IMPORTÂNCIA DA EDUCAÇÃO ALIMENTAR: COMO FORMA DE PREVENÇÃO A DOENÇAS RELACIONADAS A QUALIDADE DE VIDA DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES. Revista Eletrônica Saberes Múltiplos, 5, p. 20–33. Recuperado de https://revistas.unig.br/index.php/resm/article/view/311

Edição

Seção

Artigos