ESTUDO DO SAR/REA DAS MOLÉCULAS DE FÁRMACOS ANTIPSICÓTICOS PARA O TRATAMENTO DA ESQUIZOFRENIA

Autores

  • Paulo Vitor Henriques Pinheiro
  • Alex Sandro Rodrigues Baiense
  • Fabiana Souza Pugliese
  • Paula Alessandra de Souza Mantilla Giehl
  • Michel Santos Silva
  • Leonardo Guimarães de Andrade

Palavras-chave:

Relação estrutura atividade, Antipsicóticos, Esquizofrenia, Fármacos, Tratamento

Resumo

O presente artigo descreve a relação entre a estrutura e a atividade de fármacos antipsicóticos que são de uso clássico para o tratamento da psicose denominada esquizofrenia, fármacos esses que atuam diretamente no sistema nervoso central. Os que antagonizam os receptores de dopamina são os denominados antipsicóticos de primeira geração. Já os antipsicóticos de segunda geração ou atípicos são antagonistas de serotonin a e dopamina, esses com o passar dos anos estão substituindo amplamente e de forma rápida, os fármacos mais antigos, que são os de primeira geração. Esta substituição ocorre devido ao maior problema causado nesse tipo de tratamento que são as síndromes ext rapiramidais (efeitos adversos).

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Publicado

2026-10-14

Como Citar

Pinheiro, P. V. H., Baiense, A. S. R., Pugliese, F. S., Giehl, P. A. de S. M., Silva, M. S., & Andrade, L. G. de. (2026). ESTUDO DO SAR/REA DAS MOLÉCULAS DE FÁRMACOS ANTIPSICÓTICOS PARA O TRATAMENTO DA ESQUIZOFRENIA. Revista Eletrônica Saberes Múltiplos, 3, p. 86–100. Recuperado de https://revistas.unig.br/index.php/resm/article/view/341

Edição

Seção

Artigos