A INCIDÊNCIA DE LEUCEMIA MIELÓIDE CRÔNICA

Autores

  • Alanny Cristine Dos Santos Pinheiro
  • Leonardo Guimarães De Andrade
  • Marcelle Rodrigues Machado Raposo

Palavras-chave:

Leucemia Mieloíde Crônica, Cromosso Philadelphia, Proteína BCR ABL, Transplante

Resumo

A Leucemia Mielóide Crônica (LMC),cuja a incidência é um a dois casos para cada 100 mil habitantes por ano, representa de 15% à 20% das diversas leucemias. É uma doença mieloproliferativa crônica, onde a característica é leucocitose com desvio à esquerda, esplenomegalia, plaquetas aumentas e a presença do cromossomo Philadelphia (Ph) onde o mesmo é resultado de uma translocação reciproca entre os braços longos dos cromossomos 9q34 e 22q11 dando origem a proteína hídrica BCR-ABL que apresenta uma atividade tirosina quinase. A proteína BCR-ABL é presente em todos os portadores da leucemia mielóide crônica. O neogene transforma a célula hematopoiética normal em células malignas e apresenta uma mieloproliferação continua que resulta em proliferação celular e inibidores da apoptose. A LMC é um distúrbio progressivo com três fases. O diagnóstico é realizado durante a fase crônica. A fase acelerada é caraterizada pela contagem de leucócitos que responsivos à terapia. A crise blástica é caracterizada pela rápida proliferação de células blásticas e pouca resposta à terapia. O transplante de células-tronco hematopoiéticas era a terapia de escolhas antes dos inibidores de tirosina quinase que são considerados a primeira linha de tratamento.

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Publicado

2026-10-18

Como Citar

Pinheiro, A. C. D. S., Andrade, L. G. D., & Raposo, M. R. M. (2026). A INCIDÊNCIA DE LEUCEMIA MIELÓIDE CRÔNICA. Revista Eletrônica Saberes Múltiplos, 6, p. 201–210. Recuperado de https://revistas.unig.br/index.php/resm/article/view/429

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Artigos